5 motivos pra não ser Gen (geração nova do Movimento dos Focolares)
Você não terá crises profundas, nem mesmo peso na consciência, por nada que fizer, porém vai sentir sempre um vazio profundo, que não vai saber explicar, o que acarretará em consultas semanais a terapeutas das mais diferentes correntes.
Você não passará os finais de semana sempre ocupado com encontros do Movimento, em vez disso poderá estar com os amigos, jogar bola, ir pra balada, viajar com a família, sair com o/a namorado/a (se ele não for Gen), enfim, viver. Contudo, deixará de participar de incríveis momentos de formação humana e pessoal, descobrir a própria espiritualidade e conviver com pessoas diferentes, com a disposição de ouvir, falar e perdoar.
Você não vai ter problema em começar relacionamentos. Será simples e direto quando tiver que lidar com os próprios sentimentos e saberá dar rapidamente a volta por cima nos possíveis fracassos. Porém, será tudo muito mais passageiro e, principalmente, haverá um sentimento profundo, quase imperceptível de descontentamento. Também as partilhas “a dois” serão mais raras, o que acentuará o sentimento descrito anteriormente.
Você terá uma vasta vida social, podendo conhecer sempre pessoas novas, experimentar de tudo (do bom e do ruim), sem ouvir um “isso não constrói” ou “não é vontade de Deus”, de pessoas tão ou mesmo menos preparadas que você. Mas, vai se sentir quase sempre sozinho, sem pessoas que estejam ao seu lado interessadas pela sua felicidade. Não vai desenvolver completamente as próprias capacidades e o pior: vai achar que o próprio “achismo” é orientação para suas atitudes.
Você não precisará se ocupar dos outros, terá mais tempo pra pensar em si, na própria felicidade. Não precisará de mais ninguém, irá gozar da mais plena autonomia para buscar a realização individual. Porém, deixará de construir a vida em comunidade, não vai encontrar grande sentido nas realizações pessoais e muito menos conseguir se contentar com os sucessos; vai almejar sempre mais. Assim, não sentirá a alegria que a vida de unidade possibilita, não vai poder construir e se deliciar com a felicidade dos outros e, principalmente, não entenderá que fomos feitos (com qualidades e defeitos) para amar e disso floresce a nossa plenitude.

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hahahahahaha
Adorei o texto Valter!!!!!!!!!
Mari
6 06UTC Maio 06UTC 2008
Muito interessante meu amigo, ao ler você pensa que realmente é o que você não quer ser, mas depois se lembra como sentia ao ler a segunda parte de cada parágrafo.
Abraços!!!
Thiago (Pinda)
6 06UTC Maio 06UTC 2008
É isso aí, querido e convincente Valter… você está sempre no nosso coração …
Justamente agora estou fazendo um e-mail para dar o meu apoio ao Dep. Jorge Tadeu Mudalem em apoio a sua posição contraria ao Aborto, que será votado amanhã no Congresso Nacional. E estou incentivando minha longa lista de muitos e muitos amigos a fazer o mesmo. Você acha que se eu não fosse gen teria coragem de fazer isto??? teria tantos amigos com quem contar???
Sei que você é um daqueles que se pode contar sempre.
Um abraço de Itu (grannnde) com muita saudade,
Cida
Cida
6 06UTC Maio 06UTC 2008
Oi Valter, é isso aí!
Como seria a nossa vida sem pagar tantos micos e compartilhar cada minuto e acontecimento com pessoas que muito provavelmente nem seriamos amigas se não fosse pelo Ideal???
Disse tudo!
bjo grande
Lulu
6 06UTC Maio 06UTC 2008
na verdade ele tirou parte disso da minha cabeça… seu eu perceber filho da mãe!!!
Fer
6 06UTC Maio 06UTC 2008
Querido Valter.. como que vc consegue tocar no ponto mais profundo da nossa alma e levantar questoes que de fato passam pela nossa cabeça???incrivel!!!
Me delicio ao abrir mha caixa de email e ver a sua atualização do blog, e mais ainda, por me presentear com uma reflexao dessas…
bju grande, 1
Maria Angélica
6 06UTC Maio 06UTC 2008
O que dizer??? O Valter acertou em cheio!!
É exatamente o que acontece!! Os pontos positivos e negativos de cada uma das escolhas!
Valeu Valter por mais essa reflexão!!
Carlo Sebok
6 06UTC Maio 06UTC 2008
huahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahuahua!!! Pode contar Valter, quem foi que te forçou a escrever a segunda parte de cada parágrafo?!?! =)
Brincadeiras… realmente é assim! E a ‘dificuldade’ de ser gen é que torna essa nossa escolha ainda mais verdadeira!
Bjoooos
UNO
Mari(len) - Brasília
7 07UTC Maio 07UTC 2008
Adorei.
Fernanda
9 09UTC Maio 09UTC 2008
Oi Valter!
Tudo bem contigo?
Muito boas suas reflexões.
Obrigada!
Um beijo,
Nat
Natália Zen
17 17UTC Maio 17UTC 2008
Oi Valter!
Gostei do texto e da construção em “contrários”, o jogo de idéias e conceitos leva a reflexão!
Lendo o texto me veio a palavra “escolha”, desenvolva esta idéia também.
Continue! Um abração!
Silvia
Silvia Gaspar
27 27UTC Maio 27UTC 2008
Fala, Vart!!!
Acho que vou REler esse texto periodicamente, como fiz hoje… hehehe
toda unidade
Daniel
24 24UTC Junho 24UTC 2008
Oi Walter, como vc está rapaz? Não gosto desse tipo de texto ou de argumentação em relação ao ser-gen. Parece colocar o gen como superior aos não-gen. Quem disse que quem não é gen não pode ter experiências profundas de relacionamento? Ou que deixando de ser gen a pessoa para de se preocupar com os outros? Ou para de conhecer pessoas diferentes? Acho que é preciso tomar cuidado com essas idéias. As vezes ocorre justamente o contrário, os gen não conseguem amar o outro gen, enquanto os amigos não gen deste o consegue amar profundamente. Ser gen é uma escolha, alguns são chamados e outros não. Ser gen não é ser mais santo do que não ser gen.
Thiago Vasconcelos Marques
26 26UTC Junho 26UTC 2008
Vale a pena ser Gen?
Oi Walter, como vc está rapaz? Não gosto desse tipo de texto ou de argumentação em relação ao ser-gen. Parece colocar o gen como superior aos não-gen. Quem disse que quem não é gen? Ou que deixando de ser gen a pessoa para de se preocupar com os outros? Ou para de conhecer pessoas diferentes? Acho que é preciso tomar cuidado com essas idéias. As vezes ocorre justamente o contrário, os gen não conseguem amar o outro gen, enquanto os amigos não gen deste o consegue amar profundamente. Ser gen é uma escolha, alguns são chamados e outros não. Ser gen não é ser mais santo do que não ser gen.
Reli o que escrevi para ver se tinha afirmado de alguma forma alguns desses questionamentos e confesso, não acho que disse nenhuma das coisas que estão mencionadas acima. Enumero-as para ser bem objetivo:
1- Não gosto desse tipo de texto ou de argumentação em relação ao ser-gen. Parece colocar o gen como superior aos não-gen
Nunca afirmei que ser Gen faz alguém ser superior, justamente porque, como o comentário menciona, Ser GEN é um chamado e nem todos tem essa vocação.
2 – Quem disse que quem não é gen? Ou que deixando de ser gen a pessoa para de se preocupar com os outros? Ou para de conhecer pessoas diferentes?
Não disse também que a pessoa deixando de ser Gen passa a “despreocupar-se” com os outros ou mesmo pára de conhecer pessoas diferentes… isso seria dizer que só os Gen se preocupam em construir amizades, em aceitar as diferenças e, sobretudo, respeitá-las.
3- Acho que é preciso tomar cuidado com essas idéias. As vezes ocorre justamente o contrário, os gen não conseguem amar o outro gen, enquanto os amigos não gen deste o consegue amar profundamente.
Concordo plenamente, mas também não disse que quem não é Gen “não pode ter experiências profundas de relacionamento”. Tenho muitos amigos que não participam do Movimento e vejo que muitos deles tem uma sensibilidade muito maior do que eu em relação à profundidade dos relacionamentos.
Ou seja, afirmar uma coisa… isso você deve saber MUITO BEM, não NECESSIARIAMENTE exclui outras. Porque, se um Gen ama e pode viver todas essas coisas, não quer dizer que as outras pessoas também não podem e também não acho que SER GEN é a única maneira de ser FELIZ.
Porém… QUEM É (COMO EU) SABE que é realmente a NOSSA (MINHA) ESTRADA… é aquilo que nos faz felizes, mas, muitas vezes nos esquecemos de tudo isso e por este motivo, senti de escrever esse texto…
Eu quis ressaltar o positivo que existe na vida Gen, pois já sabemos o negativo, o quanto perdemos COISAS BOAS, mas que nem sempre nos fazem felizes… só isso!!!
Bom… espero que tenha sido claro. Valorizo muito as pessoas que amam, que pensam no melhor para os outros, não só em si mesmo. Se são Gen ou não é secundário, porque, se é só um título, um símbolo, que transmite Status de bondade, não é ser Gen como Chiara Lubich entendeu.
Na verdade, são cinco motivos para a gente lembrar que ser Gen vai muito além da felicidade superficial que o mundo sugere. Que quem experimenta com profundidade sabe, não consegue se enganar, mesmo que aparentemente esteja triste. Mas, se aprendemos a olhar no profundo da nossa alma – e isso digo por mim – nos damos conta.
vartz
26 26UTC Junho 26UTC 2008
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3 03UTC Outubro 03UTC 2008
Que ‘filosofias vas…’ tanta coisa de boa pra fazer no mundo e tantas pessoas precisando de uma palavra amiga, de um apoio, de um ombro amigo… e aparece um texto dessa natureza…
Como se perde tempo nessa vida…
Lu
4 04UTC Outubro 04UTC 2008
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7 07UTC Outubro 07UTC 2008
Bom…
Tanta gente ignorant nesse mundoo
vcs deviao parar d perder tempo lendo essa coisa inuteis e experimentar
eu sou Gen 3 e naum tenho vergonha disso pois isso q vcs pensan naum tem nada a ver
Vcs sao bobos d acreditar nisso
Alias Os econtros sao mto bom e conhecemos mta gent
pensen melhor seus ignorentes
Anonimo
26 26UTC Dezembro 26UTC 2008
vc e doido o oque tu ta doido de contrariar as pessoas dese jeito te toca garoto o movimento e dez pessoal!!!!!!!!!!!!!!!
tiago
14 14UTC Fevereiro 14UTC 2009
Olá para todos!
Estou realmente perplexa pois nunca tinha lido nem escutado palavras tão belas e fortes quanto as que eu acabo de ver tanto no texto do Valter como nos comentários!
Contem todos com a minha unidade..
E sempre avante!!
Abraço
Dani
27 27UTC Março 27UTC 2009
OiÊE para todos!!!
Gostaria de agradecer, pois realmente este texto nos faz renovar uma ESCOLHA.
Mesmo que essa estrada não seja para todos (não por motivos de exclusão, mas porque cada indivíduo encontra a sua), sou uma pessoa muito realizada em percorrê-la.
Realmente VALE A PENA ENTREGAR-SE POR ESTE IDEAL…
Contem comigo sempre.
1′
Abraçãooo…
” seja a mudança que proucuras no mundo”
Susy Ane
26 26UTC Junho 26UTC 2009
odeioooo o focolare, é uma verdadeora lavageim cerebral e ele fizeram meu namoro acabar soh pq eu nao participo do movimento e nao acredito neste ideal, eu nao acho que sou obrigada a gostar de nada e nem de concordar com a loucura que eles tem por chiara lubich, eeles idolatram ela como se ela fosse deus ou ate mesmo uma santa e ela nao eh nada disso,,sabe meu namoro ia bem ate meu namorado decidir entrar para o movimento e se tornar gen, foi ai que os nossos problemas começarao, ele começou a ter milhares de duvidas na cabeça que deixavam ele trasntornado, falava de chiara o tiempo inteiro e se referia a ela como “mae chiara”qu nunca gostei mais nao o impedi de participar mais ao longo dos anos as coisas foram piorando e ele estava me deixando pelo movimento, ele acava ique a coiisa mais importante era o movimento e chegou ate ao ponto de me dizer que uma reuniao do focolare era mais importante do q o casamento da minha amiga e isso pra mim foi o fimmm…me estresse a um ponto que nem eu mesmo me reconheci, e entao ele terminou o nosso namoro que jah durava 5 anos por contia do movimento e da lavagem que fizeram na cabeça dele…
entao eu pergunto:ӎ este o movimento que se mostra ser tao bom para as pessoas?
como ele pode ser bom tornando as pessoas infelizes?
eu acredito que chiara foi uma boa pessoa, mais tbm sei que as pessoas do movimento tranformaram tudo isto em um grande comercio e impoem para as pessoas que participam as suias verdades, para que assim possam atingir cada vez mais um numero maior de pessoas…
e eh por isto que eu odeio este falso movimento
luara
21 21UTC Julho 21UTC 2009
[...] pela verdade que este representa. Alguns outros textos como “Namoro a 3“, “5 motivos pra não ser gen“, “A princesa e a coroa”, tambem fizeram grandes revoluções nas minha forma de [...]
3 anos de companhias inspiradoras – 24/08/2009 – 3 anos de eLe « escrevo, Logo existo
24 24UTC Agosto 24UTC 2009
Acredito que o segredo de cada escolha é agir com autenticidade e naturalidade e ser capaz (ou não) de compartihar sua vida, anseios, dúvidas, medos, etc. Caso contrário, tornar-se-á cada vez mais individualista e egocêntrico.
O problema aqui registrado, tanto no texto quanto nos comentários, é a própria contradição inerente.
Ou então, caro leitores, vocês não perceberam?
No próprio início do texto diz assim: “Você não terá crises profundas”.
Bem, nestes meus poucos anos de vida o que mais tenho visto são pessoas que não são gen terem crises. Isso não quer dizer que os gen também não a passam.
Mas ao afirmar isso o autor está propondo algo praticamente, em termos humanísticos, quase impossível. Veja bem, eu disse “quase”, sendo que é, de fato, muito difícil (falo aqui, da crise em geral, não dando ênfase à sua intensidade).
A crise, profunda ou não, faz parte do amadurecimento humano.
Outra contradição: um leitor comentou assim – “Tanta gente ignorante nesse mundo, vcs deviao parar d perder tempo lendo essa coisa inuteis e experimentar..
eu sou Gen 3 e naum tenho vergonha disso pois isso q vcs pensan naum tem nada a ver
Vcs sao bobos d acreditar nisso. Alias Os econtros sao mto bom e conhecemos mta gent
pensen melhor seus ignorentes”.
Uau! Será que esse menino é mesmo Gen? Ou teve, como num outro comentário, uma verdadeira “lavagem cerebral”? Pelo comentário, infeliz, nem precisa elencar aqui as contradições… Defender com unhas e dentes desta forma, um movimento cristão ou de qualquer outra segmentação religiosa, é estar preso a uma ideologia cega, ou, ouso dizer, fundamentalista.
Outro problema é a confusão que as pessoas fazem. Gente, é tudo tão simples, não há nada de complicado nisso.
A inquietação surge pelo fato de as pessoas serem imediatistas, quererem logo uma resposta, querem que o outro veja uma ação positiva na pessoa – e consequentemente que esta pessoa seja elogiada por tal atitude, ou seja, reconhecida. Aqui está o ego – quando se tem esta vontade de reconhecimento. Pergunto: onde está aquilo que é o “oculto”? A verdadeira “anulação de si”?
Outros questionamentos:
O que é a felicidade? É servir aos outros?
O que é se sentir verdadeiramente livre?
Sobre essas perguntas, vale a pena refletir!
É preciso filosofar.. Mas também não só ficar na filosofia!
Longe de qualquer intolerância religiosa, sejam capazes de enxergar além da túnica ou da batina, buscando a capacidade de se estabelecer um diálogo com o diferente.. grave o que ele lhe responder com relação a essas perguntas, mas antes busquem a resposta em si mesmos.
Outra coisa:
Você acha que sou um gen?
Se sim ou se não me escreva!
charleschaar@hotmail.com
Um abraço a todos, e vamos continuar desenvolvendo idéias!
Charles
19 19UTC Novembro 19UTC 2009
É, Valter, quem é gen sabe e entende a vida de exigências que temos ou melhor, escolhemos, porém sem ela, como vc descreveu tão claramente, os dias, as atividades, as brincadeiras, os relacionamentos teriam um outro sentido e seriam bem menos profundos e gratificantes!!!
Vou repassar o texto p/os e as gen de Teresina/Pi.
Afinal… todos por todos!
Abraço,
Sabrina Sousa
(jornalista formada e com diploma, mas isso não importa tanto qdo se vive a esperitualidade coletiva)
Sabrina Sousa
23 23UTC Novembro 23UTC 2009